1.20.2009

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1.07.2009

Jardim Vertical


A cada dia novas soluções em paisagismo são desenvolvidas pelos profissionais do setor, uma das que tem servido para mostrar resultados mais espetaculares são os jardins verticais, soluções criativas para espaços pequenos ou para espaços em que propostas alternativas são a única solução.
Os paisagistas devem lidar cada dia com espaços urbanos menores, mais acanhados.

E ao mesmo tempo existe uma demanda por mais verde, maior exuberância, parece um dilema difícil de resolver, uma equação em que a criatividade e a técnica devem caminhar de mãos dadas.
As paredes verdes, os muros floridos, as colunas ou as gigantescas esculturas floridas, são novos elementos da paisagem urbana.

A escolha da vegetação adequada, a utilização do substrato correto e a instalação de equipamentos de irrigação e fertilização de ultima geração são elementos indispensáveis, para ter resultados satisfatórios ao projetar jardins verticais.

Luar Biasa - Balneário Camboriú


O ano de 2009 começou com muito trabalho!
Com projetos novos como o Luar Biasa, um empreendimento da Fukuoka Arquitetura, com uma nobre localização em Balneário Camboriú, uma das praias mais valorizadas de Santa Catarina.
O projeto tem como foco principal o conforto e bem-estar com áreas de descanso, salão de festas integrado com a área externa para criar um ambiente mais descontraído, o Espaço Gourmet ganhará um tratamento especial, além de um espaço para as crianças com um playground, o espaço criança e uma piscina exclusiva.
Para conhecer mais sobre o projeto acesse: Luar Biasa

Plantas para um Ar Puro (Plants for Clean Air)



Com este titulo se iniciou na década de 70 um projeto de pesquisa entre a NASA (Agencia Espacial Americana) e Associated Landscape Contractors of América ( Associação dos empreiteiros de Paisagismo dos Estados Unidos (ALCA)). O objetivo do projeto era o de identificar quais as plantas que pelas suas características, teriam melhor capacidade para melhorar a qualidade do ar. Em ambientes internos e fechados, a qualidade do ar cai rapidamente, podendo em casos extremos ocasionar problemas de saúde.


O trabalho permitiu também provar que a melhor forma de remover o formaldeido,benzeno, e o monóxido de carbono do ar e com o uso de plantas naturais. A pesquisa realizada pela NASA, mostra sem duvidas que plantas vivas, folhagens e flores podem retirar diversos contaminantes tóxicos que se encontram no ar em espaços fechados. O que representa uma sensível melhora do ambiente.

Poluentes, foram pesquisados os seguintes poluentes:

Tricloroetileno, que se encontra presente em tintas para impressora, tintas, seladores, vernizes e adesivos.

Benzeno, que se encontra na gasolina, em tintas, em borrachas, plásticos e óleos.

Formaldeido que se encontra amplamente presente nos moveis de escritório, na fumaça de cigarros, nos gases de aquecimento e da refrigeração, produtos de limpeza domestica e industrial, sacolas plastificadas, copos e materiais descartáveis, adesivos para carpe e materiais retardadores do fogo, em definitiva em praticamente todos os materiais que nos rodeiam.

Como resultado deste trabalho foram identificadas as plantas que mais contribuem a melhoria da qualidade do ar, como uma forma de estimular o seu cultivo e principalmente a sua utilização em ambientes internos, desta forma será possível uma melhoria da qualidade do ar, a retirada de grandes quantidades de poluentes tóxicos, alem do embelezamento destes espaços.

A relação das mais, mais é esta:

  • Chamaedorea seifritzii,
  • Aglaeonema modestum
  • Hedera helix
  • Gerbera jamesonii
  • Dracaena Janet Craig
  • Dracaena Marginata
  • Dracaena massangeana
  • Sansevieira laurentii
  • Chrysanthemum morifolium
  • Spathiphyllum "Mauna Loa"
  • Dracaena "Warneckii”

1.06.2009

Centenario de Burle Marx 1909 - 2009


Aproveitando o Centenário do nascimento de Roberto Burle Marx, estão previstos vários eventos em todo o pais, no caso de Joinville deverá ser organizado um ciclo de palestras sobre o tema e esta em estudo a realização de uma exposição sobre o trabalho do paisagista, pintor e artista.
Diversas entidades locais, como o CREA e o IAB estão programando atividades durante este ano.
Joinville já realizou em 1982 uma exposição sobre o trabalho do imortal paisagista. É alem da sua participação como consultor no projeto de remodelação da praça Dario Salles, em 1988, realizou o projeto do Edif. Luxemburgo.
O paisagista foi um ícone e um referencial internacional, entre seus principais trabalhos, o Aterro do Flamengo, o Calçadão da Avda. Atlântica em Copacabana, o Parque da Pampulha em Belo Horizonte e projetos em todo o pais e no exterior.

1.01.2009

100 Anos de Roberto Burle Marx

2009
100 anos de Roberto Burle Marx

12.30.2008

Nuevo site traz informação para o setor

Economia y Viveros é o endereço do novo site que tem como objetivo preencher um espaço disponível para que sirva de foro aos profissionais do setor.
Publicado na Argentina, conta com uma boa rede de colaboradores e publica noticias também do Brasil.
Escrito em espanhol, permite uma leitura fácil para os produtores do Brasil, a sua presentação é simples e fácil de acessar.
Uma boa oportunidade para quem acompanhar o que acontece no setor de floricultura do pais vizinho. O site circula com comodidade tanto pela produção, como pelo comercio, o marketing, a logística e o paisagismo.
Oferece boas oportunidades de informações e negócios para todos.

Bico de Papagaio é toxico?


A esta questão o jornal Folha de São Paulo responde, na sua seção saude do dia 30 de Dezembro de 2008:

Bico de Papagaio é uma planta toxica.
Bastante usado na decoração natalina, o bico-de-papagaio ( Euphorbia pulcherrima) é considerado por muitas pessoas como uma planta venenosa. Mas, segundo análise da Associação Americana de Centros de Controle de Venenos, nenhum dos 22,793 casos relatados envolvendo a planta resultaram em envenenamento, e 96 %, incluindo casos de ingestão da planta por crianças, não necessitaram de tratamento médico.

12.25.2008

Feliz Natal e Próspero 2009!!

12.23.2008

Arborização Urbana

Bixa arborea

A prefeitura Municipal de Joinville, por médio da Fundema, Fundação Municipal do Meio Ambiente, publicou recentemente no jornal do Município a portaria 007 /08 que Estabelece as normas necessárias para implantação da arborização em vias e áreas verdes de domínio público no Município de Joinville.
O documento comete vários erros que devem ser evitados, por outros municípios que eventualmente tomem a iniciativa de utilizar este documento como referencia. Para auxiliar procedemos a algumas considerações técnicas:
Não é aconselhável a publicação de listas de plantas que funcionem como uma camisa de força restritiva, para a elaboração de projetos de paisagismo sejam públicos ou privados, o objetivo da portaria deveria ser a de estabelecer as normas e critérios técnicos e nada mais, se perde o autor da portaria ao entrar em detalhes, que permitem identificar a falta de conhecimento técnico e principalmente a falta de conhecimento da realidade local.
Não vamos cometer o erro de iniciar a discussão espécie por espécie, porem escolhemos alguns exemplos para evidenciar o risco de numa portaria determinar que as espécies podem ou não ser utilizadas.
Como exemplos mas gritantes:

Camelia, ( Camellia japonica)
Urucum, ( Bixa arborea)
Aroeira, ( Schinus terebentifolius)
Topete de Cardeal ( Calliandra tweedii)
Esponja de Ouro ( Stifftia chrysantha)
Manaca (Brunfelsia uniflora)

Todas elas espécies citadas exigem de poda regular e forte para evitar que se convertam em invasoras do espaço publico, por tanto em desacordo com os principio determinados na própria portaria, que recomenda a escolha de espécies de pouca manutenção. Fica ainda a duvida de porque a Calliandra tweedii e não a C. haemantocephala ou a C. brevipes ou a C. inaequilatera, por citar algumas.
Para facilitar a compreensão dos nossos leitores anexamos as imagens de algumas das plantas indicadas pela portaria da Fundema para que possam tirar as suas próprias conclusões.
Tampouco é recomendado que um documento publico como a citada portaria cometa erros, com referencia aos nomes das espécies citadas, com certeza compromete a imagem da equipe técnica que realizou o trabalho.

Em outro artigo da portaria, se relacionam as árvores recomendadas, de novo surpreende que depois de tantas criticas e tão fortes ao plantio de Figueiras, a própria Fundema recomende as espécies Ficus guarinitica e Ficus organensis, que pelo seu porte e pelo tamanho das suas folhas, não parece que se adaptem as recomendações da própria portaria, de novo fica a pergunta e porque não outras espécies de reconhecido uso ornamental. Igual recomendação para a escolha de Flamboyant ( Delonix regia) que pelo seu porte e principalmente pelas características de seu cerne e do seu sistema radicular, apresenta não poucos problemas para o seu uso em solos como os de Joinville.
Fica ainda a pergunta e as plantas que tenham ficado fora da lista de Schindler? Todas as demais Erythrinas, Tibouchinas, Tabebuias e Caesalpineas, devem ser vetadas das nossas ruas e praças, não poderão ser consideradas em nossos parques e jardins?